
Em abril, Mark Zukerberg, fundador e CEO do Facebook,
anunciou em seu perfil na rede social a aquisição do Instagram (serviço de
compartilhamento de imagens via Internet).
A aquisição de um dos principais serviços de fotografia da Internet, que faz parte da estratégia da
empresa de ampliar a utilização de dispositivos móveis, causou um grande
impacto na rede mundial de computadores.
Segundo fontes da Reuters, o burburinho causado envolveu até
mesmo o órgão regulador norte-americano Federal Trade Commission (FTC),
responsável pelas transações comerciais do país, questionou o Google e o
Twitter em investigação acerca da aquisição realizada pelo Facebook.
Embora não tenham sido oficialmente divulgados, o site 9to5Mac afirma que a negociação
envolvendo o aplicativo de edição e compartilhamento de imagens movimentou
valores próximos de 1 bilhão de dólares.
A estratégia de Zuckerberg, segundo o site Mashable foi trazer para o Facebook uma ferramenta que
ampliasse as possibilidades dos usuários de se expressar, criando conteúdos que
não fossem posts.
Além do mais, o CEO do Facebook decidiu acertadamente,
segundo a maioria dos observadores, manter o Instagram exatamente como está,
evitando desagradar usuários antigos; afinal, tanto o Facebook como o
Instragram já são empresas grandes e boas o suficiente para se manter sozinhas.
Mesmo depois do sucesso na negociação, o Facebook não parou
por aí – em maio, a nova aquisição foi o Glancee, que funciona como uma espécie
de “radar”, indicando novos contatos próximos ao usuário de acordo com a
localização do GPS do smartphone e
dados obtidos através de contas do Facebook.
As recentes aquisições do Facebook refletem a estratégia de
Zuckerberg de convergir diversas ferramentas à sua rede social, criando uma
espécie de fidelização por parte do usuário, aumentando a popularidade da
ferramenta.
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